31 de jan. de 2014

Por onde seguir?



Logo na chegada se vê a casa onde Bruno Tamanini reside e a placa indicando por onde seguir.



Carretão

Carretão
Período: 1922      
Doador: Welfrit Grosch
Singular meio para transportar vigas para a construção de pontes e pontilhões, como também de toras/madeira para construção de casas.
As primeiras famílias que se estabeleceram em Taió fizeram uso dele.
Estruturado com quatro rodas raiadas em eixos resistentes, o carretão tem acoplado na base um gambão liso com canga de cabeçalho para atrelar os bois.
‘Coloquei os bois na canga, o Malhado emparelhado ao Marrão, lá vão-vão-vão os bois! Cabeça baixa, passo lento, no picadão. Lá vão-vão-vão os bois, estrada afora, puxando o carretão. Lá vão-vão-vão os bois, levando o progresso naquele fundão...’

Visitante ilustre!

E hoje, num dia tão quente quanto os outros que antecederam, veja só quem apareceu por aqui ao meio-dia:



A natureza realmente é linda. Preserve-a!

Portal de entrada - acesso ao Museu Dona Emília



Esse é o portal de entrada - acesso ao Museu Dona Emília. Para conhecer, basta vir até aqui. O Museu Dona Emília fica a cerca de 300 metros do Portal de Divisa Taió/Salete, sentido Taió/Salete, do lado esquerdo).
No detalhe:


Pintura de Nossa Senhora de Salete

Nos dias 27, 28 e 29 de janeiro, Sandra Beletti desenhou e pintou a santa que é nossa referência: Nossa Senhora de Salete. Parabéns, Sandra, ficou perfeito!
A pintura foi feita na pedra que fica ao lado do asfalto (uns 300 metros do Portal de Divisa Taió/Salete, sentido Taió/Salete, do lado direito), na frente da entrada do Museu Dona Emília (do lado esquerdo).

Primeiro dia: 
Segundo dia:Terceiro dia: 

  E ficou assim:
Perfeito!

2014 com força total!

Apesar de termos ficado um tantinho desatualizados, voltamos com todo o gás nesse novo ano.
Esperamos sua visita!
Feliz e abençoado 2014 pra vocês!
Com carinho, família Tamanini

31 de jul. de 2013

Portal de divisa Taió/Salete, localizado entre as comunidades Santo Antônio e São Luiz.
(foto julho 2013, Cleide Stolf Tamanini Bogo)

20 de jul. de 2013

Dona Emília Corbani Tamanini

 Filha de Secondo e Giuseppa Zermiani Corbani, nasceu em 24 de setembro de 1911, no Pic, hoje Diamantina, em Rodeio/SC. Aos dois anos ficou órfã de mãe e aos dezesseis perdeu também o pai, então foi morar com a irmã Amábile em Apiúna/SC.  Em 1933 casou-se com Raimundo Tamanini e foi morar em Rodeio 50, localidade Rodeio/SC. Lá tiveram 4 filhas: Elza Dulce, Alma, Letícia e Maria. E ainda na década de 30, se mudaram para Ribeirão Grande, hoje Salete, vindo morar no meio do mato. Aqui tiveram mais 9 filhos: Juliano, Dorval, Bruno, Leandro, Ladislau, Cleto, Marcos, Maria de Lourdes e Neori. 
Foi uma mulher de luta e oração. Transmitia muita paz e serenidade. Faleceu em 25 de maio de 1982.

O que são museus?

''Os museus são casas que guardam e apresentam sonhos, sentimentos, pensamentos e intuições que ganham corpo através de imagens, cores, sons e formas. 
Os museus são pontes, portas e janelas que ligam e desligam mundos, tempos, culturas e pessoas diferentes.''
(IBRAM)

Museu Dona Emília

O Museu Dona Emília foi inaugurado no dia dez de outubro de dois mil e dez (10/10/10), na propriedade de Bruno e Dilma Tamanini, na comunidade São Luiz, município de Salete/SC. 
Bruno e Dilma foram os idealizadores do Museu Dona Emília, que recebeu esse nome em homenagem à mãe de Bruno, Dona Emília Corbani Tamanini.

''Povo sem memória é povo sem história.''